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A Onda

Assisti ontem “A onda” (Die Welle), filme alemão baseado numa experiência feita por um professor na década de 1960.

A experiência consistia em simular um regime totalitário em sala de aula, levando em consideração o que era necessário para se iniciar uma ditadura e porquê as pessoas aderiam com tanto fanatismo.

O professor, no filme, simula a experiência dando ordens à turma. E quem não respeita é “convidado” a se retirar de sala. Melhor dizendo, é expulso da “comunidade”.

Ele cria um símbolo, uma saudação específica, um uniforme, trabalha o conceito de coletividade, dizendo que para ser justo é necessário pensar num todo e não necessariamente na individualidade.

Há os alunos fanáticos, principalmente aqueles com vidas sem propósito, que acham que finalmente começam a fazer parte de algo “grande” e que vale a pena.

E há também os que se opõem à falta de personalidade/individualidade dos que fazem parte do grupo.

Ao final, fica bem claro que um regime totalitário dá certo, até mesmo nos dias atuais, porque a maioria das pessoas são descontentes com suas vidas apesar de terem tudo. E aderem facilmente à idéias coletivas apenas para se entrosarem. É um reflexo da sociedade atual. Vejo isso até mesmo na minha turma da faculdade: há grupos, não pessoas com personalidades únicas que diferem entre si, são todos iguais.

É um filme interessante de se ver, apesar de eu achar que alemão, com sua sonoridade estranha, parece inglês ao contrário

Eu não gosto de vampiros

Esses tempos atrás assisti Twilight (Crepúsculo, se preferirem).

Não que eu seja uma pessoa muito desatualizada, só o necessário para sobreviver só nunca senti vontade de assistir ou ler os livros. Sinceramente, vampiros não combinam comigo. Foi legal assistir Entrevista Com O Vampiro, foi super inovador e tal, Brad Pitt e Tom Cruise togheter, oh boy!. Pois é, foi.

Acontece que acabei assistindo porque meu namorado baixou o filme e começou a assistir, assim, de repente, e como estava do lado comecei a prestar atenção para ver o que era. E é impressionante a minha capacidade de me interessar por filmes, programas ou seriados. É por isso que não assisto à televisão, se começar, não desgrudo. Nunca consegui dormir com uma TV ligada.

Assistir Crespúsculo depois de ter aguentado duas Lindsaies Lohans (sacou o plural? heoiaeehaoi) em Eu Sei Quem Me Matou é tranquilo e até divertido. Btw, esse é o pior filme do ano assistido por mim até agora.

Crespúsculo é legalzinho. Até começar as cenas de “ação”, em que o tal Edward mãos de tesoura sai pulando pelo mato feito uma gazela carregando a Bella nas costas. Ele correndo daquele jeito me lembrou de Donkey Kong Country, quando ao juntarmos 3 eminhas douradas virávamos uma ema olhuda e saíamos catando mini emas douradas para ganhar.. vidas, eu acho. E Bela, pra mim, só a Bela e a Fera.

Queria entender também porquê o vampiro-galã anda sempre com os olhos arregalados. E quando ela pergunta se ele usa lentes de contato e ele diz que não. Putz! Até eu com meus olhos defeituosos e num monitor de 22” consegui ver o contorno das lentes nos olhos dele! Aliás, deve ser por isso que ele anda com “olhos de espanto”, porque tenho uma colega na faculdade que usa lentes e tem os olhos esbugalhados também.


Qual é a da maçã?

Só acho que, se não paguei para ir assistir Anjos e Demônios no cinema, também não pagaria para assistir Crepúsculo. Nem o aluguel do DVD.

O menino do pijama listrado

Ano passado, em um de meus acessos de consumismo (culpa de newsletters promocionais), enquanto procurava alguns livros para comprar (abaixo de R$20) no site da Saraiva (somente se o frete for grátis) vi a capa d’O menino do pijama listrado e pensei “que bonitinho.. vou comprar!”.

Não lembro se li a sinopse ou um trecho do livro ou qualquer outra referência sobre, lembro apenas de gostar da capa e ficar curiosa em saber do que se tratava o livro. Sim, eu compro vários livros somente pela capa e/ou crítica. Não que eu ache que alguém, principalmente um não-escritor, tenha o direito de dizer o que é bom ou não para ser lido e levar em conta um livro só porque é um best-seller é simplesmente estúpido, visto que best-seller nada mais é do que “mais vendido”. E todos sabem que só porque algo faz extremo sucesso não quer dizer que seja bom ou eu vá gostar (o que dá na mesma). Vivo promentendo a mim mesma que não vou me deixar influenciar pelas capas ou pelos apelos da mídia nas minhas próximas aquisições, mas como a promessa é pra mim, tudo bem. Eu vivo me decepcionando por outros motivos, comprar livros ruins não seria o pior deles.

Voltando… Comprei o livro com mais alguns, dentre eles Eu sei que vou te amar, do Arnaldo Jabor. Só citei o livro pra dizer que essa aquisição foi um exemplo de indução por aparência/história precedente/crítica. Nao gostei. Mas livros não se jogam fora e o meu sonho é ter uma biblioteca igual a da Fera no desenho A bela e a fera, da Disney. Quem não assistiu não teve infância. Ou, é muito novo. O que é vergonhoso de qualquer maneira, já que os jovens de hoje são acéfalos.

Voltando²… O livro é simplesmente fantástico! Como se fosse uma narrativa feita pela criança, Bruno, filho de um militar nazista. A história é envolvente, comovente, inteligente e tristemente linda. Ou lindamente triste. (Adoro essas inversões de palavras que não alteram o sentido da frase)

Os exageros nas palavras e nos sentimentos expressados fazem com que o livro se torne simplesmente curto demais para nosso deleite. “Melhores amigos da minha vida toda”, “futuro previsível”, “a empregada muito bem paga”, “o caso perdido” e “proibido entrar em todos os momentos sem exceção” são só algumas da expressões repetidas inúmeras vezes no livro, demonstrando a inocência do ponto de vista de Bruno.

Semana passada assisti ao filme. Talvez eu tenha criado expectativas demais, talvez eu tenha gostado tanto do livro que lembro de quase tudo e quisesse ver o mesmo no cinema. Sei que fazer um filme de um livro não é tarefa fácil, até porque o tempo é curto e fazer cenas cheias de detalhes torne a obra maçante, mas não gostei. O filme não chega a um terço do que foi o livro.

De início pensei que eu estava sendo.. sei lá, neurótica, preconceituosa. Tentei avaliar o filme de outro ponto de vista. No caso, de alguém que não leu o livro, e mesmo assim, não vi tanta graça. A lista de Schindler é mais comovente do que O menino do pijama listrado se formos comparar filmes que falam sobre nazismo.

Quando cheguei ao final do livro me senti triste. Quando acabei de ver o filme também.

Fiquei triste porque o livro é tão gostoso de ler e tão breve. E triste porque o filme não faz jus ao maravilhoso texto de John Boyne. Falta a sutileza do texto escrito na representação.

“Sem falar no fato de que ele estava sempre com a mãe na sala de estar fazendo piadas, das quais ela ria mais do que das piadas do pai.

(…)

Além disso, sempre que o pai era chamado a Berlim para uma viagem e passava a noite fora, o tenente ficava na casa como se estivesse no comando: estava lá quando Bruno ia para a cama e estava de volta pela manhã, antes mesmo de o menino acordar.”

Pode ser que uma imagem valha mais do que mil palavras, mas nesse caso, as mil palavras valeram mais do que a imagem.

Hancock

Pôster Hancock

Esses dias fui assistir o filme Hancock. Não achei nada demais, legalzinho até, mas como disseram por aí, é filme de sessão da tarde, até vale a pena assistir, mas uma vez só.

Acho que foi a primeira vez que não comprei pipoca doce nem me entupi de refrigerante enquanto assistia ao filme, talvez por isso eu o tenha achado meio sem graça.

Se não fosse pelo Will Smith esse filme não ia nem entrar em cartaz, disso eu tenho certeza.

John Hancock é um super-herói odiado. Acaba com os bandidos e com a cidade, causando transtornos e prejuízos astronômicos para o governo. Até que ele resolve mudar a imagem dele perante a sociedade.

A história é bem besta, mas rende boas risadas. E eu desculpo o Will Smith por esse filme, só porque gostei muido de Eu Sou A Lenda.

Final alternativo de "Eu Sou A Lenda"

Ainda não tive a chance de ler o livro em que se baseou o filme Eu Sou A Lenda, mas assisti o filme no cinema. Gostei do filme, mas como todo mundo, concluí que o final deixou a desejar, aquele clichê de “viveram felizes para sempre”.

Devido às críticas e ao fato do final não ter sido fiel ao do livro, no DVD que vai sair em breve eles adicionaram um final alternativo. Achei bem melhor esse final, pois não gostei que o Will Smith morreu no outro heuahuea.

Quem quiser, pode assistir abaixo.


Meu amigo me mostrou e peguei o resto das informações aqui

Resident Evil 3 – A Extinção

O terceiro filme da série. Faz tempo já que assisti, o filme é bom, mas não tão “uau” quantos os dois primeiros. E ainda saí­ do cinema com a sensação de que assisti só metade do filme.
O que não deixa de ser verdade, pois provavelmente vai ter Resident Evil 4 – Alice and her sisters. ^^
E eu duvido muito que a corporação Umbrella esteja há tantos quilômetros abaixo do solo, o 3058º andar deve ser perto do Magma.

A propósito, como se lê 3058º em números cardinais?

Tropa de Elite

Pirateadas mais de um milhão de cópias, visto por mais de 5 milhões de pessoas e mesmo assim já bateu o recorde do filme brasileiro mais assistido (A Grande Famí­lia) este ano no primeiro fim de semana de exibição.
Se não me engano foi hoje que Tropa de Elite entrou em cartaz no restante dos cinemas brasileiros.

bope.jpg

Desculpem o linguajar, mas o filme é FODA. Os filmes brasileiros têm melhorado muito no último ano e agora estou em dúvida se meu filme preferido com a bandeira nacional é Cidade de Deus ou Tropa de Elite.

E agora todo mundo quer tirar uma casquinha: diretor do filme sendo intimado, gente metendo o pau chamando o filme de facista.. Sinceramente? Vão arranjar o que fazer e dar uma ida ao cinema, garanto que não vai fazer mal à ninguém :) .

Eu desconfiava que eles usariam essa música pra entrada do filme, pra quem não conhece, só dar play.
Peguei a dica do player no Tic Nervoso.

Simpsonize Me

Eu consegui depois de umas 39103921031 horas apertando F5 [ok, não apertei tanto, mas porque eu cansei de apertar F5 pela quinta vez e sá lembrei de fazer isso de novo 2h depois] acessar o SimpsonizeMe.
Ele pega uma foto sua e faz um avatarzinho do Simpson.
Eu esperava que fosse ficar mais legal, mas como fiz com a minha Sim, já que não tinha fotos minhas nesse PC, até que ficou bom.

Bianca no The Sims 2 simpisonizeme.jpg

“Eu” fazendo aquela cara porque estava perdendo na sinuca e em seguida eu versão Simpson.

Tosco, mas engraçado.

Borat x Ali G

Há um tempo atrás li um comentário de uma pessoa chocada por ter descoberto que o “documentário” Borat:O Segundo Melhor Repórter do Glorioso Paí­s Cazaquistão Viaja à América não passava de um filme de comédia toscamente produzido.
Mas isso é uma coisa lógica. Quando você começa a assistir o “documentário” percebe logo de cara que nada daquilo pode ser real. Não pelas tosquices apresentadas, mas por feitos que gerariam inúmeros processos contra ele, ainda mais nos Estados Unidos E da América.

Esses dias estava alternando entre assistir TV e fazer meus saques no Monsters Game enquanto passava o programa do Ali G. Eu realmente não lembro o canal, mas parei pra assistir porque no programa havia um quadro do Borat. Ele estava na universidade de Cambridge falando sobre festas, prostitutas e sobre a incapacidade criativa das mulheres, que o reitor concordou que era nula ehaoishoaiu.

Então que eu prestei mais atenção e vi que Borat e Ali G eram MUITO parecidos.
Abençoado Google nessas horas :D .

Sacha Baron Cohen é um comediante inglês, formado em História na universidade de Cambridge.

Hi Five! o/

Diamante de Sangue

diamante-de-sangue2.jpgQuarta-feira passada assisti Diamante de Sangue; muito bom o filme, levando em conta que o ator principal é o Leonardo DiCaprio.
É, eu odeio o tal DiCaprio, definitivamente eu não consigo achar ele um bom ator, mas nesse filme não posso encher ele de crí­ticas, eu seria injusta.
E não é o tipo de filme que eu gosto de assistir.
Na verdade nem eu sei ao certo o tipo de filme que eu realmente gosto. Diamante de Sangue foi um daqueles filmes que assisti só pra acompanhar meu namorado. Ultimamente ele tem me obrigado a assistir filmes ótimos, não posso negar que o gosto dele é de fácil apreciação ^^.

O engraçado é que há umas duas semanas vi uma amiga postando no fotolog dela o amor incondicional pelo DiCaprio. E eu lembro de ter dito que achava ele péssimo e que a atuação dele em “Os Infiltrados” não tinha sido de todo ruim. Acho que às vezes eu sou crí­tica demais :x .

Mas quem puder, assista o filme, porque vale MUITO a pena ^^.